
Milho
Soluções completas para proteger sua lavoura dos impactos climáticos e aumentar a produtividade com sustentabilidade.
Desafios Climáticos
Luminosidade insuficiente e déficit hídrico no solo ou no ar limitam a biomassa, o enchimento de grãos e uniformidade entre plantas, reduzindo potencial produtivo do milho mesmo sob alta tecnologia.



Déficit de luminosidade
Déficit hídrico
Déficit de pressão de vapor (VPD)
O rendimento do milho depende de alta luminosidade
O rendimento do milho depende de elevada energia solar, porém a maior parte da produção de milho no Brasil está na segunda safra, com boa parte de seu ciclo durante o outono, quando os dias são bem curtos e a radiação solar mais fraca. Mesmo no verão, nem sempre existe alta radiação luminosa. Por isto os rendimentos ficam aquém do máximo potencial genético.
Primeiro Planta, Depois Grão
O milho transforma radiação solar interceptada em biomassa, base do rendimento. Plantas robustas = espigas pesadas. Estudos mostram forte relação de 96% entre a luz absorvida com a biomassa da planta e de 72% com o rendimento de grãos. Aumentar a captura de luz é aumentar o rendimento.
A Espiga Cobra Energia
Após a polinização, a espiga exige muita energia para encher os grãos. Se na maturação o dia já fica curto e a radiação é mais fraca, a fotossíntese não supre a demanda, levando ao consumo antecipado das reservas do colmo, perda do baixeiro, menor peso dos grãos e maior risco de quebra das plantas.
Quando Algumas Plantas Ficam Para Trás
Mesmo com sementes e semeadura precisas, diferenças na emergência e nas reservas geram competição e plantas que ficam dominadas. Para maximizar o rendimento, é essencial garantir uniformidade de biomassa e uso da energia solar, permitindo que todas produzam espigas grandes. A baixa luminosidade não afeta o estande, mas impede que todas as plantas expressem igualmente seu máximo potencial individual de gerar o máximo de peso por cada planta.





